sábado, 16 de fevereiro de 2008
Bafta!
Bafta-2008
- Melhor Filme => Desejo e Reparação
- Melhor Filme Britânico => "This is England"
- Melhor Diretor => Ethal e Joel Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez)
- Melhor Ator => Daniel Day-Lewis("Sangue Negro")
- Melhor Atriz => Marion Cotillard(Piaf - Um Hino ao Amor)
- Melhor Ator Coadjuvante => Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez)
- Melhor Atriz Coadjuvante => Tilda Swinton(Conduta de Risco)
- Melhor Roteiro Original => "Juno"
- Melhor Roteiro Adaptado => O Escafandro e a Borboleta
- Melhor Filme Estrangeiro => A Vida dos Outros
- Melhor Filme de Animação => Ratatouille
- Melhor Trilha Sonora => Piaf - Um Hino ao Amor
- Melhor Fotografia => Onde os Fracos Não Têm Vez
- Melhor Edição => O Ultimato Bourne
- Melhor Desenho de Produção => Desejo e Reparação
- Melhor Figurino => Piaf - Um Hino ao Amor
- Melhor Som => O Ultimato Bourne
- Melhores Efeitos Especiais => A Bússola de Ouro
- Melhor Maquiagem => Piaf - Um Hino ao Amor
- Melhor Curta-metragem => "Dog Altogether"
- Melhor Curta-metragem - Animação => "The Pearce Sisters"
O ator inglês Daniel Day-Lewis e o filme Piaf – Um Hino ao Amor foram os grandes vencedores do British Academy of Film and Television Arts Awards, o Bafta, premiação realizada na noite deste domingo em Londres. Num ano em que a cerimônia de entrega do Globo de Ouro não aconteceu devido à greve dos roteiristas de Hollywood, o Bafta ganhou mais destaque do que o habitual. Em 2008, a grande noite do cinema britânico sobrou como a única prévia do Oscar.
Daniel Day-Lewis faturou o prêmio de melhor ator por seu papel em Sangue Negro, do diretor Paul Thomas Anderson, em que interpreta um magnata do petróleo dos Estados Unidos. Dessa forma, Day-Lewis credenciou-se mais do que nunca para a estatueta, que escapou-lhe das mãos quando atuou em Gangues de Nova York, de Martin Scorsese.
Desbancando o favoritíssmo Desejo e Reparação, o outro campeão da noite foi Piaf – Um Hino ao Amor, cinebiografia da cantora francesa Édith Piaf, que conquistou quatro Baftas – foi o filme mais coroado da cerimônia. Marion Cotillard, que encarnou nas telas a maior intérprete da canção La Vie En Rose, levou para casa o prêmio de melhor atriz. O filme ainda faturou troféus nas categorias maquiagem, cabelo, e música.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Odeio o Oscar!
---Depois da Cerimônia,comentarei algo sobre as injustiças---
Wolverine!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
'Pede pra sair' vira ‘ask to quit’ ...
"O senhor é um fanfarrão" virou algo como "you're a buffoon". Sem contar que a maioria das expressões que fazem do filme um dos mais citados do cinema brasileiro recente não foi simplesmente traduzida. Pudera, como traduzir, e narrar, ao mesmo tempo, expressões como “vaza”, “xaveco”, "caveira!" (o grito de guerra do Batalhão de Operações Especiais da Polícia do Rio era simplesmente ouvido, mas não houve como explicar para a platéia o que significava o tal grito toda vez que ele era repetido no filme?) e “nunca serão” (a provocação dos veteranos aos novatos virou um insosso "never will be”). Sem contar que "põe na conta do papa" não tem a mínima graça quando traduzido para "on the pope's account". A narradora do filme em inglês se esforçou, mas como seguir o ritmo de "O Bope tem guerreiros que defendem o Brasil"? Ela até que tentou, mas sem a mesma empolgação dos pupilos do Capitão Nascimento. E para citar só mais algumas, digamos, lacunas da versão para o inglês, "pega o saco", "traz o saco para ele" (a “delicada” tática de persuasão usada pelo Bope no filme) virou "bring the plastic bag". Safado virou “asshole” e “quebra essa” virou “can you see my point”.
Reação positiva
A imprensa estrangeira, obviamente, não entendeu metade das tiradas hilárias do Capitão Nascimento, mas adorou a “cena da granada”, um dos pontos altos do filme dirigido por Padilha (que veio ao festival acompanhado dos atores Wagner Moura e Maria Ribeiro, do diretor de fotografia Lula Carvalho e do produtor Marcos Prado). Mesmo com o esforço dos narradores para acompanhar o pensamento frenético de Nascimento, muita gente não entendeu muito bem os diálogos. "O início é muito difícil. O capitão explica tantas coisas. E a ação acontece simultaneamente. Além disso, a versão em inglês foi narrada por uma mulher, e filme é quase todo masculino. Isso faz perder o impacto", reclamava um jornalista britânico ao fim da sessão. Houve quem discordasse. "Mas este filme é quase uma “didascalia” (legenda em italiano), ou seja, explica muita coisa. Sem a legenda e com narração por cima do que os personagens falam fica parecendo sessão do século passado. Prejudica sim", rebateu um italiano. "Não é culpa do filme, mas da estrutura de legendagem e narração", comentou um espanhol.
É dublagem ... é uma merda!
A lista de Schindler

Pulp Fiction-Tempo de Violência

Pulp Fiction -Tempo de Violência(EUA)
De: Quentin Tarantino(Cães de Aluguel,Kill Bill e Sin City)
Com: John Travolta, Bruce Willis ,Samuel L. Jackson e Uma Thurman(Em performaces marcantes!)
Resumo:
Três histórias são apresentadas de forma não cronológica ao público. Em uma, conhecemos Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson), dois mafiosos que devem fazer uma cobrança, que termina em chacina e com uma violenta seqüência no carro. Em outra história, Vincent deve levar a mulher de seu chefe (Uma Thurman) para se divertir enquanto ele viaja, mesmo com todos os boatos que rodeiam o caso. Por último, conhecemos Butch Coolidge (Bruce Willis), um boxeador que deve lutar em um combate com vencedor pré-definido, mas que surpreende a todos, vence e foge com o dinheiro da luta para provar o seu valor, sendo perseguido logo após. Palma de Ouro em Cannes.
Premiações:
Ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original e foi indicado a outras seis categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (John Travolta), Melhor Ator Coadjuvante (Samuel L. Jackson), Melhor Atriz Coadjuvante (Uma Thurman) e Melhor Montagem.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Roteiro, além de ter sido indicado em outras cinco categorias: Melhor Filme em Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator em Drama (John Travolta), Melhor Ator Coadjuvante (Samuel L. Jackson) e Melhor Atriz Coadjuvante (Uma Thurman).
- Ganhou a Palma de Ouro, no Festival de Cannes.- Ganhou o prêmio de Melhor Roteiro e Melhor Ator (John Travolta) no Festival de Estocolmo.
Algumas coisinhas interessantes:
- Este foi apenas o 2º filme dirigido por Quentin Tarantino. O primeiro fora Cães de Aluguel, de 1992.
- O ator John Travolta ganhou um cachê de US$ 150 mil para atuar em Pulp Fiction - Tempo de Violência.
- O filme custou 8 milhões de dólares e faturou mais de 200 milhões nas bilheterias ao redor do planeta.
A cena em que John Travolta dança com Uma Thurman(a esq.)é considerada como uma das mais importantes da história do cinema mudial.
Como não indicar essa maravilha do cinema "moderno", o diretor é ótimo,as atuações são fenomenais,o roteiro é genial!Todos deveriam assisti-lo,pois é uma esperiência unica.
Da primeira vez que assisti(lógico que já vi várias veses). As 2 horas e meia passaram em um piscar de olhos.O que mais chamou a minha atenção:O tempo do filme é muito bom,as cenas não são nem muito longas e também não são muito curtas"eu sei que isso é reduntantes,mas..."o filme pra mim tem o tamanha certo:No final você compreende todas as lacunas***não fica com dúvidas***e o filme não se torna cansativo e nem tediante!Tarantino mostrou nesse filme o que é cinema com arte!
Recomendissimo!
Fellipe Nashton.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Termina a Greve dos Roteiristas
Uhhuuu......Finalmente!
